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Como aumentar o ciclo de concentração em caldeiras

Entender e otimizar o ciclo de concentração em caldeiras é uma das formas mais diretas de reduzir purgas, economizar água/energia e proteger o equipamento. Isso porque mesmo com o tratamento convencional da água de alimentação, ainda podem permanecer pequenas quantidades de sais dissolvidos. Dentro da caldeira, a água evapora para gerar vapor, e os sais não evaporam junto. Resultado: eles se concentram no interior do sistema, podendo causar incrustação, danos estruturais, perda de eficiência e aumento no consumo de combustível. O que é o ciclo de concentração em caldeiras? O ciclo de concentração em caldeiras é a relação entre a concentração de um determinado íon (ou parâmetro) na água da caldeira e a concentração desse mesmo íon na água de alimentação. De forma prática: ele indica quantas vezes os sólidos dissolvidos estão mais concentrados dentro da caldeira em comparação à água que entra. A expressão mais comum é: N = [C]caldeira / [C]alimentação Onde: N = número de ciclos (adimensional) [C]caldeira = concentração de um íon na caldeira [C]alimentação = concentração do mesmo íon na água de alimentação A quantidade máxima de ciclos permitidos deve respeitar os limites do fabricante (exemplo: condutividade, sílica, alcalinidade etc.). Quanto maior o ciclo de

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Qualidade da água de entrada para sistema de osmose reversa

A qualidade da água de entrada é um dos fatores mais determinantes para o desempenho, a confiabilidade e a vida útil de um sistema de osmose reversa (OR). Como a OR é um processo de separação por membranas, qualquer desvio na qualidade dessa água de entrada pode resultar em problemas sérios, como incrustação, fouling orgânico, formação de biofilme, aumento de consumo de energia e redução da vazão de permeado. Por isso, entender quais parâmetros definem uma boa qualidade de água de entrada e como tratá-la corretamente antes das membranas é essencial para garantir eficiência e reduzir custos operacionais. O que é a água de entrada em um sistema de osmose reversa? Chamamos de água de entrada (ou água de alimentação) aquela que chega ao sistema de osmose reversa após as etapas anteriores de tratamento, como filtração, clarificação, abrandamento ou outros processos de condicionamento. É essa água de entrada que entra efetivamente nos vasos de pressão e entra em contato direto com as membranas. Se ela não estiver dentro dos parâmetros recomendados pelos fabricantes, os riscos de falhas e paradas não programadas aumentam significativamente. Em outras palavras: não existe bom desempenho em OR com água de entrada ruim. Parâmetros críticos da

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Entenda quais são os problemas mais comuns em leitos mistos

Os leitos mistos de resinas de troca iônica são amplamente utilizados no polimento final da água, especialmente em sistemas que exigem elevada pureza. Em geral, esses leitos são posicionados após sistemas de desmineralização (leitos catiônicos e aniônicos em série) ou após osmose reversa, removendo os íons residuais presentes em baixas concentrações. Quando bem dimensionados e operados, os leitos mistos são capazes de entregar água com resistividades típicas na faixa de 15 a 18 MΩ.cm, atendendo aplicações críticas em geração de vapor de alta pressão, indústria eletrônica, farmacêutica, cosmética e laboratórios analíticos. Porém, justamente por operarem em condições sensíveis, também são suscetíveis a uma série de condições recorrentes que afetam a qualidade da água e a confiabilidade do sistema. A seguir, apresentamos os problemas mais comuns em leitos mistos, suas causas e boas práticas para operação, manutenção e escolha correta das resinas. Problemas mais frequentes em leitos mistos e suas causas Apesar da alta eficiência, alguns problemas se repetem na operação de leitos mistos. Em grande parte dos casos, as causas estão associadas a falhas de regeneração, projeto, operação ou manutenção. 1. Qualidade da água fora da especificação Um dos sinais mais claros de problemas em leitos mistos é a saída

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Como escolher entre resinas aniônicas fracas e fortes?

As resinas aniônicas desempenham um papel fundamental nos sistemas de troca iônica destinados à remoção de ânions como cloretos, sulfatos, nitratos e sílica. Utilizadas em indústrias, hospitais, laboratórios e diversos processos críticos, elas garantem a qualidade da água desmineralizada, atendendo padrões rigorosos de pureza. Na prática, existem dois grandes grupos: resinas aniônicas fracas (WBA) e resinas aniônicas fortes (SBA). Apesar de desempenharem funções complementares, cada uma delas possui características específicas que influenciam diretamente a eficiência do sistema e o custo operacional. Neste artigo, você entenderá essas diferenças e descobrirá como escolher a resina ideal para cada aplicação, além de ver como a Liter apoia seus projetos com engenharia especializada e soluções completas. O que são resinas aniônicas e como funcionam? As resinas aniônicas são materiais poliméricos compostos por grupos funcionais com carga positiva que atraem e trocam íons negativos presentes na água. Durante a operação, esses grupos capturam ânions indesejados, retendo-os em sua matriz para liberar outro íon no lugar, geralmente hidroxila (OH⁻). Essa troca é essencial para alcançar níveis elevados de desmineralização, principalmente quando combinada com resinas catiônicas em sistemas de duas etapas ou de ciclo completo. 1. Resinas Aniônicas Fracas (WBA) As resinas aniônicas fracas possuem grupos funcionais

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Desinfecção avançada com ultravioleta e cloração: combinar tecnologias eleva a segurança da água

Usar ultravioleta e cloração de forma combinada cria uma barreira múltipla capaz de ampliar o espectro de inativação de microrganismos, reduzir riscos operacionais e otimizar custos. Isso porque a desinfecção representa a última “trava” de segurança no tratamento de água e onde falhas custam caro. A seguir, você entende como funciona, quando aplicar e quais cuidados de projeto e operação adotamos na Liter. Ultravioleta e cloração: entregas e limites de cada tecnologia A radiação ultravioleta (UV) atua danificando o material genético (DNA/RNA) por fotólise, impedindo a replicação microbiana. – Pontos fortes: ação imediata; não gera subprodutos químicos; eficiente contra cistos e oocistos (ex.: Giardia, Cryptosporidium). – Pontos de atenção: não deixa residual e depende de dose (mJ/cm²) e UVT da água; subdosagem pode permitir reativação. Já a cloração atua com substâncias como HOCl/OCl⁻ que oxidam estruturas celulares e enzimas; deixa residual que protege reservatórios e redes contra recontaminação. – Pontos fortes: custo competitivo; controle de biofilme/alga; essencial para distribuição e reúso com armazenamento. – Pontos de atenção: alguns organismos são mais resistentes; pode formar subprodutos (ex.: THMs/HAA5) quando mal dosado ou em água com altos precursores orgânicos; sensível a pH (HOCl é mais eficaz em pH levemente ácido/neutro). Por que

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Prevenção de biofouling em osmose reversa através de sistemas ultravioleta

A prevenção de biofouling é um desafio central para manter a alta performance e a vida útil das membranas de osmose reversa. Esse fenômeno, caracterizado pela formação de biofilmes microbianos, afeta diretamente a eficiência do processo, aumenta a perda de carga, reduz a vazão de permeado e eleva os custos com limpezas frequentes e trocas antecipadas de membranas. Nesse contexto, os sistemas ultravioletas (UV) surgem como uma solução tecnológica eficaz e sustentável, especialmente quando aplicados como etapa de pré-tratamento. Sua ação germicida interrompe o ciclo de colonização de microrganismos, contribuindo para operações mais estáveis e econômicas. O que é o biofouling e por que preveni-lo? O biofouling ocorre quando bactérias, algas, vírus ou protozoários aderem à superfície da membrana, formando uma camada de substâncias poliméricas extracelulares (EPS). Essa camada cria uma barreira física que prejudica a filtração e exige maior pressão para manter a produção de permeado, impactando diretamente o consumo energético e os custos operacionais. Como os sistemas UV atuam na prevenção de biofouling A radiação ultravioleta, especialmente no comprimento de onda de 254 nm, provoca o rompimento das ligações entre nucleotídeos no DNA dos microrganismos, resultando em dimerização de timinas. Esse dano genético impede a reprodução, levando à

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Problemas causados por fouling em tubos de quartzo de sistemas UV

Um dos maiores desafios operacionais enfrentados em sistemas ultravioletas é o fouling em tubos de quartzo, um fenômeno que reduz a eficiência do processo de desinfecção e gera custos adicionais de manutenção. É bom contextualizar a importância desse processo para o tratamento de água e efluentes, uma vez que os reatores ultravioletas (UV) têm conquistado espaço devido à sua alta eficácia na desinfecção contra uma ampla variedade de microrganismos, como bactérias, vírus, protozoários, algas e patógenos resistentes ao cloro, como Cryptosporidium, Giardia, Legionella e C. parvum. O que é o fouling em tubos de quartzo? O fouling é o acúmulo de materiais sobre a superfície externa dos tubos de quartzo, formando uma barreira que reduz a passagem da radiação ultravioleta. Isso compromete a irradiância da lâmpada e, consequentemente, a eficiência da desinfecção. Esse acúmulo pode ocorrer por diferentes mecanismos, de forma isolada ou combinada: 1. Fouling inorgânico Incrustações de carbonatos de cálcio e magnésio, sílica, ferro e manganês. 2. Fouling orgânico Deposição de matéria orgânica natural ou subprodutos de desinfecção. 3. Biofouling Crescimento de biofilmes microbiológicos em ambientes ricos em nutrientes. 4. Fouling particulado Acúmulo de sólidos suspensos em sistemas com pré-filtração deficiente. Veja alguns exemplos visuais de fouling em

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Reaproveitamento de água em torres de resfriamento

O reaproveitamento de água tem se tornado uma prática essencial para empresas que buscam sustentabilidade e eficiência operacional. Em sistemas de torres de resfriamento, onde há grande consumo de água, a osmose reversa (OR) se destaca como uma tecnologia estratégica para reduzir custos e otimizar recursos hídricos. Ao aplicar a OR para o reaproveitamento de água em torres de resfriamento, é possível alcançar benefícios diretos como: 1. Redução da necessidade de água fresca Menos captação de recursos naturais e menores despesas com abastecimento. 2. Controle rigoroso dos sólidos dissolvidos e contaminantes Isto prolonga a vida útil das torres e evita problemas de incrustação e corrosão. 3. Melhoria na eficiência das torres de resfriamento Com água de maior qualidade, o desempenho térmico é otimizado, reduzindo custos de manutenção. Membranas de alto desempenho para condições severas O sucesso do reaproveitamento de água depende do uso de membranas adequadas. Algumas opções avançadas e disponíveis na Liter são: – MaxRO: projetada para oferecer alta rejeição de sais e eficiência em sistemas robustos; – LG BW 400 R G2: ideal para garantir excelente desempenho em diferentes qualidades de água; – LG BW 400 AFR G2: com maior resistência a incrustações e incrustantes, prolongando o tempo

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Importância das torres de resfriamento para indústria

As torres de resfriamento para indústria são equipamentos fundamentais em processos que demandam a remoção de calor. Elas permitem que sistemas industriais mantenham seu desempenho dentro dos parâmetros de segurança e eficiência, evitando falhas operacionais e otimizando o consumo de energia. As torres de resfriamento para indústria funcionam como sistemas de dissipação térmica, cujo princípio está baseado no resfriamento evaporativo. São aplicadas em setores como siderurgia, petroquímica, geração de energia, alimentos e bebidas, entre outros. Sua função principal é reduzir a temperatura da água de processo para que possa ser reutilizada, promovendo economia e sustentabilidade. Processo de resfriamento evaporativo O funcionamento das torres de resfriamento para indústria se dá em quatro etapas principais: 1. Entrada de água quente A água aquecida pelos processos industriais é direcionada para a torre. 2. Distribuição sobre a torre A água é aspergida ou distribuída por bicos, formando uma fina película. 3. Contato da água com o ar Ocorre a troca térmica. Parte da água evapora, retirando calor do restante. 4. Fluxo de ar Pode ser natural ou forçado por ventiladores, potencializando o processo de resfriamento. Esse mecanismo assegura que a água retorne a uma temperatura adequada para reutilização, reduzindo custos com captação de novos

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A importância da radiação ultravioleta no reúso de água

Desde a indústria até a irrigação urbana, a reutilização segura da água depende de processos eficazes de desinfecção, e, nesse contexto, a radiação ultravioleta (UV) tem se destacado como uma das tecnologias mais eficientes e sustentáveis. Isso porque, com a crescente escassez de recursos hídricos e a pressão por práticas sustentáveis, o reúso de água tem se consolidado como uma solução estratégica em diversos setores. Como funciona a radiação ultravioleta na desinfecção da água? A radiação ultravioleta, especialmente na faixa UV-C (200–280 nm), atua inativando microrganismos ao danificar seu DNA, impedindo que se reproduzam. O comprimento de onda mais eficaz para esse processo é 254 nm, emitido por lâmpadas de mercúrio de baixa pressão, amplamente utilizadas nos sistemas UV comerciais. Essa ação torna a radiação UV uma barreira final altamente eficaz contra patógenos remanescentes após tratamentos físico-químicos e biológicos, contribuindo para a segurança sanitária da água de reúso. Mesmo após etapas convencionais de tratamento, ainda é comum a presença de coliformes termorresistentes na água. A radiação ultravioleta é capaz de reduzir significativamente essa carga microbiológica, permitindo que a água tratada atenda aos padrões exigidos por normas como a Resolução CONAMA nº 357/2005. Tabela: limites de coliformes termorresistentes por tipo de

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