
Como saber se o seu reator UV está realmente entregando a dose necessária
Nem sempre um reator UV ligado significa desinfecção eficiente. Para a operação, tudo pode indicar que o sistema está funcionando normalmente: lâmpada acesa, horímetro correndo e nenhum alarme no painel. Mas isso não significa, necessariamente, que a água esteja recebendo a dose de radiação necessária para uma desinfecção eficaz. Isso acontece porque o desempenho da desinfecção por UV não depende apenas de a lâmpada estar ligada. A dose de radiação ultravioleta que efetivamente chega aos microrganismos é influenciada por diferentes fatores relacionados ao equipamento e, principalmente, às características da água. Esse é um dos pontos que diferenciam o tratamento por UV de processos como a cloração. Enquanto o cloro deixa um residual que pode ser monitorado na água, a radiação ultravioleta não deixa residual nem provoca alterações perceptíveis que indiquem, por si só, uma perda de eficiência. Assim, um sistema pode continuar consumindo energia e aparentando estar em funcionamento mesmo quando a dose entregue já não é suficiente para garantir o desempenho esperado. Por isso, mais do que verificar se a lâmpada está acesa, é importante entender qual dose de UV está efetivamente chegando à água e quais fatores podem fazer esse desempenho cair ao longo do tempo. E um

